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Na velocidade de 600 km/h os comboios magnéticos rápidos, também, circulam quase sem desgaste e, por consequência, são, claramente, mais económicos, durante a sua operação do que os sistemas de tráfego rápido de roda-carril, que, sempre, têm o grande incómodo dos esforços e das despesas, relativas à manutenção. Os sistemas de roda-carril sofrem, com o nível de velocidade ascendente, um desgaste imponentemente crescente. Em geral, a exploração dos sistemas de roda-carril só é, economicamente, razoável com uma velocidade de aproximadamente 200 ou 250 km/h. As velocidades dos sistemas roda-carril acima das referidas resultam de motivos de prestígio e estão ligadas a despesas de exploração enormes.

Nas considerações económicas, as despesas de manutenção altas, dos sistemas de roda-carril, normalmente, ou não se observam ou se depreciam, especialmente no tráfego de alta velocidade.

Comparado com isto, os comboios magnéticos rápidos encontram-se, somente, na margem inferior da sua potência com as velocidades de 250 km/h. O seu desgaste é quase nulo e as despesas de manutenção diminutas, compreende-se com isto quais são as suas grandes e principais vantagens.

Os comboios de sustentação magnética têm como único sistema de tráfego, conduzidos por bitolas, um desgaste mecânico quase nulo, durante o seu funcionamento. Durante a operação dos comboios de sustentação magnética todas as cargas e forças são transmitidas sem contacto às vias, incluindo as forças de accionamento e dos travões. Como consequência disto, as despesas de manutenção só mostram uma pequena parte dos custos de manutenção altos que surgem com os sistemas de roda-carril.
Na exploração ferroviária de roda-carril tradicional, por exemplo, cada roda do ICE [Inter-City-Express] desgasta, somente, por fricção, tracção e travão 66 kg de aço, num período de 2 a 3 anos, um comboio de ICE completo, por consequência, desgasta cerca de 8 toneladas. Adicionando-se, para além disso, a tracção nas superfícies de rolamento.

O sistema de comboio magnético MLX japonês, ainda, utiliza, na actualidade, as rodas para a partida - no entanto, o sistema do Transrapid é operado, continuamente, na sustentação e, assim sendo, quase livre de desgaste. Os sistemas Urban Maglevs Linimo (Japão) e Ecobee ROTEM (Corea do Sul) circulam, também, em todos os níveis de velocidade, completamente, na sustentação e têm as respectivas vantagens operacionais.