A construção de vias para os comboios magnéticos rápidos torna-se cada vez mais económica!

Os custos para a construção da infra-estrutura de velocidade rápida, relativos à roda-carril ou comboio magnético rápido, andaram à volta, consideravelmente, durante os últimos anos, dos motivos ligados aos desenvolvimentos tecnológicos. Para além disso, os comboios magnéticos rápidos terão de tornar-se mais potenciais para reduzir os custos. Para as etapas, já existentes para os comboios magnéticos rápidos, relativamente à topografia, oferecem, hoje, vantagens nos custos da construção da infra-estrutura.

Os comboios de sustentação magnética conseguem aclives de 10% e sem perda de velocidade, deixam de estar limitados, sistematicamente, a aclives de 4% no máximo, como nos caminhos-de-ferro de roda-carril. Os comboios magnéticos podem adaptar-se, mais facilmente, às formas do terreno e por isso precisam, substancialmente, de menos túneis. Isto produz grandes efeitos na poupança dos custos com a construção da infra-estrutura, sobretudo nos terrenos acentuados.

Novos processos de fabricação na construção de travessas, por exemplo, a construção em betão centrifugado, das vigas, das vias de comunicação ou outros conceitos de produção, nos moldes que possibilitem a fabricação, em massa, a custos, substancialmente, reduzidos. As travessas do comboio magnético, baseadas em fundamentos de pilares, são em terreno acidentado, consideravelmente, mais económicas do que as terraplanagens massivas e caras, que existem em todo o comprimento, na maioria dos sistemas de roda-carril. As vias para os comboios magnéticos podem ser utilizadas sem a construção especial, de pontes adicionais, situadas por cima dos obstáculos. Excluem-se as colisões e os cruzamentos com outras vias de comunicação, da mesma altura. No caso das construções sobre pilares, é possível usar de outra forma o terreno debaixo da via.